Na escrita acadêmica, há certas palavras ou expressões que devem ser evitadas devido ao seu tom informal, subjetividade ou falta de precisão. Optar por uma linguagem mais precisa e objetiva é crucial para garantir a clareza e a credibilidade do texto. Aqui estão algumas dessas palavras e expressões que devem ser evitadas:
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“Quero saber muito”: Esta expressão é subjetiva e pessoal, não transmitindo uma ideia clara ou específica. Na escrita acadêmica, é essencial expressar suas ideias de forma objetiva e fundamentada em evidências.
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“Eu acho que”: Usar “eu acho que” introduz uma opinião pessoal, o que pode diminuir a objetividade do texto. Em vez disso, é preferível usar uma linguagem mais assertiva e baseada em evidências, como “De acordo com a pesquisa” ou “A literatura sugere”.
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“Muito”: A palavra “muito” é vaga e imprecisa. É preferível usar termos mais específicos para quantificar algo, como “considerável”, “significativo” ou “substancial”. Isso ajuda a tornar a escrita mais precisa e informativa.
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“Coisa”: “Coisa” é uma palavra genérica que deve ser evitada na escrita acadêmica. Em vez disso, é importante identificar e nomear claramente os objetos, conceitos ou fenômenos aos quais você está se referindo.
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“Tipo”: Assim como “coisa”, “tipo” é uma palavra vaga que não acrescenta precisão ao texto. É preferível substituí-la por termos mais específicos que descrevam com maior clareza o objeto ou conceito em questão.
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“Legal”: Esta palavra é informal e subjetiva, não sendo apropriada para a escrita acadêmica. Em vez disso, é preferível usar termos mais precisos e descritivos para expressar ideias ou conceitos.
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“Certo”: Embora seja uma palavra comum na linguagem cotidiana, “certo” pode ser ambíguo ou impreciso em um contexto acadêmico. É preferível usar termos mais específicos que transmitam com clareza a ideia desejada.
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“Gostar de”: Expressões como “gostar de” são subjetivas e não adequadas para a escrita acadêmica, pois introduzem opiniões pessoais. Em vez disso, é preferível usar uma linguagem mais objetiva e neutra para descrever fenômenos, teorias ou resultados de pesquisa.
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“Acho que”: Assim como “eu acho que”, esta expressão introduz uma opinião pessoal e subjetiva. Na escrita acadêmica, é importante evitar o uso de expressões que comprometam a objetividade do texto.
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“É óbvio que”: Esta expressão pode ser considerada presumida e não fundamentada. Em vez de assumir que algo é óbvio, é preferível apresentar argumentos e evidências que apoiem a afirmação feita.
Evitar essas palavras e expressões na escrita acadêmica contribui para a clareza, precisão e objetividade do texto, garantindo assim sua credibilidade e impacto. É importante revisar cuidadosamente o texto para identificar e substituir qualquer linguagem inadequada por termos mais apropriados e precisos.
“Mais Informações”

Claro, vamos explorar mais a fundo cada uma das palavras e expressões que devem ser evitadas na escrita acadêmica, oferecendo uma análise detalhada sobre por que elas são consideradas inadequadas e como podem ser substituídas por termos mais apropriados:
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“Quero saber muito”: Esta expressão é problemática porque reflete uma abordagem subjetiva e pessoal em relação ao tema em questão. Na escrita acadêmica, o foco deve estar na apresentação de informações objetivas e na análise imparcial dos dados. Substituir essa expressão por uma declaração mais direta e neutra ajudaria a fortalecer a credibilidade do texto.
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“Eu acho que”: Introduzir uma opinião pessoal com “eu acho que” pode enfraquecer a objetividade do texto, pois coloca o foco nas crenças individuais do autor em vez de nas evidências disponíveis. Em vez disso, é preferível usar uma linguagem mais assertiva e fundamentada, baseada em pesquisa e análise crítica.
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“Muito”: A palavra “muito” é geralmente vaga e imprecisa, não fornecendo uma quantificação precisa do que está sendo discutido. Substituir “muito” por termos mais específicos e quantificáveis, como “um aumento considerável” ou “uma diminuição significativa”, ajuda a transmitir informações de maneira mais precisa e clara.
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“Coisa”: Usar a palavra “coisa” é uma prática a ser evitada na escrita acadêmica, pois é muito genérica e pouco precisa. Em vez disso, é importante identificar e nomear claramente os objetos, conceitos ou fenômenos aos quais você está se referindo, aumentando assim a clareza e a precisão do texto.
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“Tipo”: Assim como “coisa”, “tipo” é uma palavra vaga que não acrescenta muito valor ao texto. Em vez de usar “tipo”, é preferível especificar exatamente a que categoria ou classe você está se referindo, tornando a comunicação mais precisa e detalhada.
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“Legal”: Embora “legal” seja uma palavra comum na linguagem coloquial, ela é considerada informal demais para a escrita acadêmica. Em vez de usar termos vagos e informais como “legal”, é importante escolher palavras mais precisas e descritivas que transmitam com clareza o significado desejado.
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“Certo”: Usar “certo” pode ser ambíguo e impreciso em um contexto acadêmico, pois não especifica claramente a natureza da afirmação. É preferível substituir “certo” por termos mais específicos e descritivos que transmitam com precisão a ideia desejada.
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“Gostar de”: Expressões como “gostar de” são subjetivas e não devem ser usadas na escrita acadêmica, pois introduzem opiniões pessoais que podem comprometer a objetividade do texto. Em vez disso, é importante usar uma linguagem mais neutra e objetiva para descrever fenômenos, teorias ou resultados de pesquisa.
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“Acho que”: Assim como “eu acho que”, esta expressão reflete uma opinião pessoal e subjetiva, o que não é adequado para a escrita acadêmica. Em vez de usar expressões que comprometam a objetividade do texto, é importante apresentar argumentos e evidências sólidas para fundamentar as afirmações feitas.
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“É óbvio que”: Esta expressão pode ser considerada presumida e não fundamentada, pois assume que algo é evidente sem fornecer evidências para apoiar essa afirmação. Em vez de usar “é óbvio que”, é preferível apresentar argumentos claros e evidências concretas para sustentar as afirmações feitas no texto.
Evitar essas palavras e expressões na escrita acadêmica é essencial para manter a clareza, precisão e objetividade do texto. Ao substituí-las por termos mais apropriados e precisos, os autores podem fortalecer a credibilidade de seus trabalhos e garantir uma comunicação eficaz de suas ideias e descobertas.

